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	<title>dBrain - inteligência de negócio &#187; Web</title>
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	<description>Agência especializada em Marketing de Canais e que presta assessoria completa em Inteligência de Negócios para relações B2B.</description>
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		<title>Como levar sua empresa para o mundo móbile</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Mar 2011 14:10:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Cada vez mais as pessoas estão utilizando os smartphones para acessar a internet. Vários estudos apontam que daqui a três anos o acesso à rede por aparelhos celulares irá superar o do computador. Com isso, as empresas passam a ter necessidades de adaptarem seus sites, fazendo com que a navegação seja mais cômoda para esses ]]></description>
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<p style="text-align: justify;">Cada vez mais as pessoas estão utilizando os smartphones para acessar a internet. Vários estudos apontam que daqui a três anos o acesso à rede por aparelhos celulares irá superar o do computador. Com isso, as empresas passam a ter necessidades de adaptarem seus sites, fazendo com que a navegação seja mais cômoda para esses usuários.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas grandes empresas, como o portal Terra e UOL, já fizeram isso. No Terra, por exemplo, o endereço de acesso é o mesmo tanto para celular quanto para computador. É o próprio site que identifica se o usuário está utilizando um ou o outro e faz a adequação de layout automaticamente.</p>
<p style="text-align: justify;">O acesso à internet por smartphones são, na maior parte das vezes, mais lentos do que no computador. Além disso, a visualização é bem menor e a digitação mais complicada. Por isso, é necessário fazer certas adaptações que auxiliem os usuários a terem uma maior facilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Para resolvermos o problema com a velocidade e a visualização, o mais recomendado é criar um layout diferenciado para os smartphones, utilizando menos imagens e textos e deixando os botões de acesso maiores.</p>
<p style="text-align: justify;">Para facilitar a vida do usuário quanto à digitação, existem algumas alternativas no mercado como QR Code, onde se cria uma imagem que ao ser lida pelo smartphone, redireciona automaticamente para o link do seu site. Muitas empresas de vendas online têm utilizado esse recurso para facilitar o acesso do usuário a seus produtos e catálogos.</p>
<p style="text-align: justify;">As empresas que não quiserem utilizar o QR Code podem criar links personalizados de acesso como “m.suaempresa.com.br”, mas lembre-se sempre que o usuário do smartphone não quer digitar muito e endereços eletrônicos compridos podem fazê-lo desistir de acessar seu link.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas empresas utilizam algum tipo de CMS, que é um sistema de gestão de conteúdo de websites e intranets, como Joomla e WordPress. Para ambos existem plugins que adaptam seu site para móbile. Já em outras ferramentas, algumas vezes não é possível, sendo necessário criar um layout exclusivo para o acesso por smartphone.</p>
<p style="text-align: justify;">E se dentro do meu site existir um sistema, tem como adaptá-lo? Depende muito de qual foi a linguagem utilizada para desenvolver esse sistema. No caso dele ter sido desenvolvido em PHP é possível fazer essa adaptação. A única parte que precisará ser alterada é o layout. O resto, como consultas à base de dados, por exemplo, não terá nenhuma modificação.</p>
<p style="text-align: justify;">O mundo está avançando e cada vez mais as pessoas necessitam acessar a internet em qualquer lugar e a qualquer hora. Por isso, investir na adaptação do seu site e/ou sistema web para acesso via smartphones é muito importante. É uma maneira de mostrar a seus clientes que você está pensando na comodidade e na praticidade dele.</p>
<p style="text-align: justify;">Esther Hinrichsen é técnica em informática e desenvolvedora web da dBrain, agência especializada em marketing de canais.</p>
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		<title>Presença digital: como implementar estratégias de marketing na web</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Mar 2011 12:47:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Será que as empresas estão fazendo essa transição para o digital de acordo com as expectativas dos consumidores? Segundo estimativas do IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), os investimentos em publicidade na internet devem crescer algo em torno de 25% em 2011. Dessa forma, os investimentos bateriam a casa dos R$ 1,5 bilhão e a participação ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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<p>Será que as empresas estão fazendo essa transição para o digital de acordo com as expectativas dos consumidores?</p>
<p>Segundo estimativas do IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), os investimentos em publicidade na internet devem crescer algo em torno de 25% em 2011. Dessa forma, os investimentos bateriam a casa dos R$ 1,5 bilhão e a participação da internet em relação a outras mídias &#8211; que hoje responde por pouco menos de 4,5% &#8211; saltaria para, no mínimo 6,5% do bolo total de publicidade. Isso sem levar em consideração os investimentos em links patrocinados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No que diz respeito ao número de pessoas com acesso à internet no Brasil, o AIB está prevendo que a população de internautas chegue a pouco mais de 81 milhões frente aos 73,7 milhões do ano passado.</p>
<p>O crescimento da publicidade na internet aqui no Brasil é natural e irreversível, à medida que cada dia mais pessoas passam mais tempo conectadas, seja em casa, no trabalho ou pelo celular. Da mesma forma que a atenção e o tempo dos consumidores migraram para os meios digitais, é necessário também as marcas terem sua presença na internet.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mas será que as empresas estão fazendo essa transição para o digital de acordo com as expectativas dos consumidores? As marcas estão criando estratégias consistentes para acompanhar o ritmo dessa nova geração de pessoas que buscam, cada vez mais, se conectar, participar e compartilhar informações?</p>
<p>Somente alocar recursos para o digital sem mudar o pensamento em relação ao comportamento do consumidor, pode fazer com que as marcas se percam na hora de fazer os investimentos. De nada adianta elas entrarem no mundo digital sem pedir licença, invadir as redes sociais e enviar mensagens indesejadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sem entender as mudanças ocorridas no comportamento desse consumidor, as estratégias digitais estão fadadas ao fracasso. A solução para construir estratégias consistentes passa pelo entendimento de como esse consumidor interage e como ele manterá o relacionamento com a marca em todas as fases do processo de compra.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Atender esse consumidor nos canais corretos quando ele está buscando informações sobre o produto, exigirá das marcas a geração de conteúdo relevante. Elas também poderão estimular que o consumidor crie conteúdo, seja permitindo que ele opine e participe do processo de criação de novos produtos ou dando sugestões para melhorar os que já existem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É preciso estar à disposição do consumidor na fase em que ele estiver em busca do produto, sem deixar que ele tenha dúvidas, pois caso contrário, ele entrará em contato com marcas concorrentes e que possuam uma presença digital mais consistente que a sua.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Após a compra, esse consumidor continuará interagindo com a marca através de opiniões próprias postadas nas redes sociais, lendo e compartilhando comentários de outros usuários ou ainda solicitando suporte online. A marca deve estar presente nessa fase, pois investir em ações publicitárias somente para vender, não dando continuidade ao relacionamento, acarretará em consumidores irritados e comentários negativos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vale ressaltar ainda que, independente das ferramentas que a marca esteja utilizando, falar de somente dela, sem abrir espaço para interação e feedback, pode não ser a melhor estratégia. No entanto, ao construir uma presença digital consistente as marcas passam a entender melhor como o consumidor interage e quais são suas expectativas, podendo entregar uma experiência de consumo e interatividade cada vez melhor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além do volume investido em publicidade na internet, o que determinará o sucesso das marcas na utilização dos meios digitais está em como elas construirão essa presença, de maneira a entregar conteúdo, entretenimento e interatividade relevantes, que vão além dos anúncios estáticos e sem interação.</p>
<p><strong>Por Geraldo Franca, <strong>Analista de Marketing</strong> da dBrain</strong></p>
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		<title>Os 10 mandamentos dos sites corporativos</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Feb 2011 16:02:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Sempre que uma nova empresa é criada ou quer reformular seu site corporativo, surgem muitas dúvidas de como deixá-lo atrativo e bem elaborado. Confira então os 10 mandamentos para que ele fique funcional e atraente. 1º mandamento: Não deixarás o site pesado. Mesmo sua empresa tendo uma internet muito boa, seu cliente pode não ter. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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<p>Sempre que uma nova empresa é criada ou quer reformular seu site corporativo, surgem muitas dúvidas de como deixá-lo atrativo e bem elaborado. Confira então os 10 mandamentos para que ele fique funcional e atraente.</p>
<h2>1º mandamento: Não deixarás o site pesado.</h2>
<p>Mesmo sua empresa tendo uma internet muito boa, seu cliente pode não ter. Ainda existem pessoas que usam internet discada e um site pesado demora muito para abrir. Isso pode fazer com que potenciais clientes simplesmente desistam de acessá-lo.</p>
<h2>2º mandamento: Não poluirás seu site.</h2>
<p>Tenha em mente que o chique é ser simples. Um bom site corporativo não tem que ter 10 mil cores diferentes ou 500 efeitos de deixar qualquer um de boca aberta. Bom é aquele que tem poucas cores e faz com que elas sejam harmoniosas, sem agredir os olhos dos internautas. Quanto aos efeitos especiais, use-os com moderação. Tudo o que há em excesso, em vez de ser moderno pode ser irritante.</p>
<h2>3º mandamento: Testará seu site em vários browsers.</h2>
<p>Para alguns profissionais de TI, é difícil entender porque ainda existem pessoas que insistem em utilizar a Internet Explorer como browser. Por isso, lembre-se de testar seu site nos principais browsers para ter certeza de que independente do browser utilizado pelo internauta, ele verá o site da forma correta.</p>
<h2>4º mandamento: Não deixará seu site uma baderna.</h2>
<p>O site é a fachada de sua empresa na internet. Deixá-lo bagunçado é o mesmo que receber um cliente num escritório sujo e desorganizado. A impressão não será boa e isso pode acarretar no sumiço deles.</p>
<h2>5º mandamento: Site não é lugar para brincar de esconde-esconde.</h2>
<p>Uma das piores coisas é ficar escondendo links importantes. Quanto mais prático seu site for, mais o cliente irá gostar. As pessoas tendem a não ter muita paciência na internet, pois a associam a algo ágil e prático. Quanto menos cliques, melhor.</p>
<h2>6º mandamento: Revisará todo o texto que for publicado.</h2>
<p>Os textos de um site devem ser muito bem escritos. Uma vírgula no lugar errado pode fazer com  que o cliente entenda erroneamente o que se quis dizer. Tome cuidado também com os erros ortográficos, que são um dos maiores “pecados” que seu site poder ter. Isso transmite claramente uma imagem de descaso e de falta de profissionalismo por parte de sua empresa.</p>
<h2>7º mandamento: Responderás os e-mails de contatos feitos pelo site.</h2>
<p>Não responder os e-mails que foram enviados pelo site poder lhe trazer alguns problemas. Primeiramente, o cliente poderá acreditar que o site não está funcionando direito e com isso não fazer uma segunda tentativa. Ou pior ainda, pode acreditar que está havendo um descaso por parte da empresa.</p>
<h2>8º mandamento: Não colocarás aquilo que não podes oferecer.</h2>
<p>Não pense que quanto mais serviços você colocar em seu site corporativo, mais bonito ele ficará. Se algum cliente entrar em contato solcitando um serviço anunciado no site que a empresa não pode oferecer, o descrédito será total.</p>
<h2>9º mandamento: Terás referencias.</h2>
<p>Atualmente, as pessoas sempre procuram referências antes de comprar ou solicitar qualquer tipo de serviço. Por isso, é interessante ter uma página onde se apresente clientes satisfeitos. Colha depoimentos e os publique com autorização dos clientes.</p>
<h2>10º mandamento: Integrará seu site com mídias sociais.</h2>
<p>As mídias sociais farão o papel de “outdoor eletrônico” para sua empresa, enquanto o site será sua sede. A boa integração entre ambos é sempre importante, pois a partir das mídias sociais você atrairá novos clientes e manterá os atuais sempre atualizados.</p>
<p>Por fim, procure uma boa empresa para criar e atualizar seu site corporativo. Profissionais “quebra-galho” não darão conta do recado. Lembre-se da importância que um site tem para o seu negócio.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A tecnologia a favor da segurança pública</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Feb 2011 12:04:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No mês passado pode-se acompanhar uma das maiores catástrofes naturais já ocorridas no país, na região serrana do Rio de Janeiro. Um dos “vilões” apontados pelas autoridades é o sistema de previsão do tempo do Instituto Nacional de Meteorologia, que não teria fornecido relatórios claros quanto à intensidade das chuvas. Fazer a previsão de um ]]></description>
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<p style="text-align: justify;">No mês passado pode-se acompanhar uma das maiores catástrofes naturais já ocorridas no país, na região serrana do Rio de Janeiro. Um dos “vilões” apontados pelas autoridades é o sistema de previsão do tempo do Instituto Nacional de Meteorologia, que não teria fornecido relatórios claros quanto à intensidade das chuvas.</p>
<p style="text-align: justify;">Fazer a previsão de um acontecimento desse porte é uma tarefa extremamente complexa, pois existem muitas variáveis a se considerar e alto poder computacional para o seu processamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, o fato de já haver um histórico de incidentes na região &#8211; inclusive bem recente, já que no ano anterior ocorreu algo semelhante &#8211; deveria ter servido de alerta para a utilização de ferramentas que possam antecipar a tragédia.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das formas mais conhecidas para a análise de uma grande massa de informações é a Mineração de Dados, denominação esta que vem sendo largamente utilizada, pois é um assunto que desperta interesse de um número cada vez maior de organizações.</p>
<p style="text-align: justify;">O que pouco se comenta é que, na realidade, a Mineração de Dados é uma das etapas de um processo bem mais abrangente, denominado Descoberta de Conhecimento em Bases de Dados.</p>
<p style="text-align: justify;">A Descoberta de Conhecimento tem como característica possuir algumas etapas operacionais. A primeira delas é a etapa de pré-processamento, na qual serão realizadas tarefas de captação, organização e tratamento dos dados. Na segunda etapa é que ocorre a Mineração de Dados propriamente dita, na qual é realizada uma busca efetiva por conhecimentos relevantes ao processo. E finalmente, na terceira etapa, denominada pós-processamento, é buscada a melhor forma para a apresentação dos resultados, visando o máximo entendimento.</p>
<p style="text-align: justify;">É de suma importância conhecer os conceitos que envolvem a Descoberta de Conhecimento para que, através deles, ações concretas possam ser executadas nas mais diversas áreas e em organizações de todos os portes.</p>
<p style="text-align: justify;">Usando o caso dos desastres naturais como exemplo, existe o sistema anti-catástrofe no Japão, que apesar de ainda não estar plenamente desenvolvido, já possibilita ações de prevenção práticas. As boas ideias deveriam ser copiadas aqui.</p>
<h5 style="text-align: justify;"><strong><strong>Marcel Antunes Raposo</strong> </strong>é desenvolvedor de sistemas da dBrain, agência especializada em marketing de canais.</h5>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
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		<title>Caso Brastemp: a reputação na era das redes sociais</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Feb 2011 18:17:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Até que ponto uma empresa pode ter sua imagem arranhada pela exposição negativa na web 2.0? Semana passada a fabricante de eletrodoméstico Brastemp sentiu na pele o poder da internet. Um consumidor, cuja geladeira permanecia com defeito após sucessivas idas e vindas à assistência técnica da empresa, decidiu gravar um vídeo e publicá-lo no Youtube. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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		</div>
<p style="text-align: justify;">Até que ponto uma empresa pode  ter sua imagem arranhada pela exposição negativa na web 2.0?</p>
<p style="text-align: justify;">Semana passada a fabricante de eletrodoméstico Brastemp sentiu na pele o poder da internet. Um consumidor, cuja geladeira permanecia com defeito após sucessivas idas e vindas à assistência técnica da empresa, decidiu gravar um vídeo e publicá-lo no Youtube. Sua insatisfação logo se espalhou pelo Twitter e ganhou o apoio de centenas de compradores da marca. Rapidamente, a marca já aparecia como um dos tópicos mais comentados da rede.</p>
<p style="text-align: justify;">Casos assim estão se tornando cada vez mais comuns. As redes sociais &#8211; que sempre existiram &#8211; foram potencializadas com a internet, fazendo com que uma situação de descaso com o consumidor chegue ao conhecimento de milhares de pessoas em questão de minutos.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, até que ponto uma empresa pode ter sua imagem arranhada por este tipo de exposição negativa? A empresa corre riscos de perder clientes por conta disso? Seria exagero dizer que isso aconteceria de forma imediata, assim como seria leviano por parte das empresas acharem que apenas um trabalho para “apagar o incêndio” seria suficiente para evitar prejuízos.</p>
<p style="text-align: justify;">
Sabemos de inúmeras outras marcas que foram alvo de comentários negativos na internet. Fiat, Nestlé e GAP já passaram por &#8220;saias justas&#8221; e foram parar nos tópicos mais comentados das redes sociais, mas nem por isso tiveram prejuízos no curto prazo.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, isso não significa que as marcas podem continuar atendendo mal seus clientes e pouco se importarem com sua reputação na web. As empresas, independente do ramo em que atuam, devem ter um programa estruturado de relacionamento com seus consumidores e parceiros (revendas e serviço autorizado), utilizando-se de ferramentas integradas capazes de resolver o problema de um consumidor no menor período de tempo possível &#8211; sem que ele seja jogado de um departamento para outro sem solução.</p>
<p style="text-align: justify;">É preciso também manter presença nas principais redes sociais, colocando profissionais experientes (com conhecimento em marketing, jornalismo, relações públicas e internet) para cuidar do perfil da empresa e ser ágil nas respostas aos problemas apontados pelos consumidores. Mais do que isso, deve-se realizar constantes estudos e análises sobre o que se fala da marca na internet para identificar e apontar melhorias para a imagem da corporação.</p>
<p style="text-align: justify;">Fazendo bom uso dessas ferramentas, a empresa estará colocando os consumidores no centro do processo, transformando-os em colaboradores na busca por melhorias contínuas em produtos e serviços. Além de valorizá-lo, evita-se que pequenas falhas tomem proporções gigantescas e prejudiciais para a marca.</p>
<p style="text-align: justify;">Desta forma a empresa cria mecanismos, não para impedir que comentários existam &#8211; pois é impossível atender a todos os clientes de forma 100% satisfatória &#8211; mas para evitar ou pelo menos minimizar esse tipo de impacto negativo.</p>
<p style="text-align: justify;">Vale destacar que o consumidor não precisa de empresas perfeitas, mas sim dispostas a ouvi-lo &#8211; independente do canal de comunicação que seja utilizado para resolver seus problemas com agilidade e respeito. Lembre-se que crise também significa oportunidade.</p>
<p><strong>Por Geraldo Franca, <strong>Analista de Marketing</strong> da dBrain</strong></p>
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		<title>Mídias sociais não substituem sites corporativos</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Jan 2011 17:54:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Com a ascensão das mídias sociais, muitas empresas estão deixando de atualizar e até mesmo de possuir sites corporativos. Essa nova tendência que desponta para o início de 2011, ocorre pelo fato de que muitos gestores acreditam que as redes sociais já suprem em grande parte, suas necessidades na internet. Entretanto, esse movimento pode ser ]]></description>
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<p style="text-align: justify;">Com a ascensão das mídias sociais, muitas empresas estão deixando de atualizar e até mesmo de possuir sites corporativos. Essa nova tendência que desponta para o início de 2011, ocorre pelo fato de que muitos gestores acreditam que as redes sociais já suprem em grande parte, suas necessidades na internet.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, esse movimento pode ser bastante perigoso. Por mais que uma rede social ajude na divulgação de uma empresa e de seus serviços/produtos, elas ainda não comportam todas as necessidades de uma marca. Isso quer dizer que ainda se faz necessário às empresas, ter um site corporativo que reflita fielmente a imagem que elas desejam transparecer.</p>
<p style="text-align: justify;">No que diz respeito a divulgações e relacionamentos, as mídias sociais se mostram muito eficientes. Elas propiciam um forte eco que geralmente resulta em retorno financeiro rápido. Porém, elas não são suficientes.</p>
<p style="text-align: justify;">O site corporativo ocupa o lugar de fachada da empresa na internet. É o lugar onde o cliente pode visualizar &#8211; com detalhes &#8211; o que a empresa é capaz de fazer, o que já fez e o mais importante, sentir ou não confiança no que ela transmite.</p>
<p style="text-align: justify;">Em uma analogia simples, as mídias sociais são como um outdoor interativo e o site corporativo como uma sede da empresa na web &#8211; talvez daí venha o termo “endereço eletrônico”. Cada um tem suas especificidades e merece cuidados, mas sem esquecer que ambos fazem parte de uma mesma coisa.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse aspecto, temos as mídias sociais &#8211; chamativas e criativas &#8211; trabalhando com o portal corporativo &#8211; que deve estar limpo, organizado e sempre atualizado. Em resumo, elas são como uma via de mão dupla enquanto o site é de mão única.</p>
<p style="text-align: justify;">Sendo assim, o mais correto é uma empresa usar as duas ferramentas em conjunto, pois desta forma estará aproveitando amplamente todas as vantagens que a internet pode oferecer para sua empresa. O mais importante é respeitar e aproveitar o que cada um tem de melhor para ser usado sempre em seu favor.</p>
<p><strong>Por Esther Hinrichsen, Técnica em Informatica e Programadora da dBrain</strong></p>
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		<title>Envie SPAM e destrua sua reputação</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Dec 2010 16:51:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É impressionante como ainda há empresas que em plena expansão do marketing de relacionamento na internet, continuam apostando no envio de e-mails não autorizados – os chamados SPAM. Movidos pelo amadorismo e pela busca desenfreada por novos consumidores, tais empresas ignoram um dos valores mais estimados por estes: a reputação de uma marca. A internet, outrora ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;">É impressionante como ainda há empresas que em plena expansão do marketing de relacionamento na internet, continuam apostando no envio de e-mails não autorizados – os chamados SPAM. Movidos pelo amadorismo e pela busca desenfreada por novos consumidores, tais empresas ignoram um dos valores mais estimados por estes: a reputação de uma marca.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">A internet, outrora um mundo desconhecido e pouco habitado, rapidamente se organiza. Seja por leis ou pelo simples bom senso coletivo, o que reflete a humanidade que a habita.  Humanidade essa que, ao longo de sua trajetória no planeta, tem o costume de transformar em sociedades os territórios em que ela se estabelece.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">A compreensão disso é muito importante para o desenvolvimento dos seus negócios na internet. Da simples rede que ligava computadores nos anos 90 para a imensidão de aplicativos sociais que hoje consomem nosso tempo e criam novos costumes, a internet se adapta e evolui constantemente.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Caso você ainda seja um adepto do SPAM, um conselho: ficar preso a estratégias ultrapassadas só resultará na extinção ou no enfraquecimento de sua marca. O consumidor atual, não tolera mais o recebimento de divulgação não solicitada.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Sendo a credibilidade e a reputação as verdadeiras moedas da internet, sua empresa só tem a perder ao ter sua imagem denegrida e associada a outros anúncios (nada nobres) que figuram na caixa postal de muitos usuários. Afinal, se ele não se chatear com mais lixo em sua caixa postal, sempre haverá um espaço para o seu anúncio em algum lugar entre a promoção de remédios para impotência e um cujo título seja “<em>enlarge your …</em>”.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Então, como fazer? Monte sua própria base de e-mails. Ao comprar base de dados de origem suspeita, você perde duas vezes. Uma à vista e outra a prazo, pois você mancha a sua marca cada vez que aborrece alguém com a inconveniência em formato “<em>delivery</em>”.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Em contrapartida, o envio solicitado de e-mails, o bom e velho e-mail marketing, tem evoluído e vem colhendo bons frutos. Ao construir uma base de usuários que requisitaram o recebimento de informações, a recepção é diferente. O usuário já está no aguardo de seu comunicado. Aqui vão algumas dicas de como aumentar suas chances de sucesso:</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;"><strong>Segmentação:</strong> Classifique seus contatos de acordo com interesses. A informação genérica é abundante, já a informação especifica é valiosa e os usuários dão muito valor a isso.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;"><strong>Personalização:</strong> Crie empatia, identificando o usuário pelo nome quando necessário. Informações pessoais colhidas de visitas ao seu site transmitem exclusividade e atenção.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relacionamento:</strong> Estabeleça um programa de relacionamento onde a moeda de troca seja vantajosa para ambos os lados.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;"><strong>Canal de Atendimento ao Consumidor:</strong> Esteja acessível e presente. Faça uso das mídias sociais para isso, se possível.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;"><strong>Opção para descadastro:</strong> Lembre-se que o usuário não é seu. Porém é seu papel fazer com que ele não perca o interesse por sua empresa.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Por fim, tenha em mente que o atual estreitamento das relações sociais que hoje ocorre na internet, também se expande ao mundo dos negócios. Conhecer e se aprofundar sobre a cultura digital é fundamental para qualquer empreendimento que use a internet como plataforma de negócios. Sendo assim, o resumo é simples: uma empresa de futuro deve se desvencilhar de estratégias ultrapassadas.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<h5 style="text-align: justify;"><strong>Eduardo Marques</strong> é gestor de projetos web da dBrain, agência especializada em marketing de canais.</h5>
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		<title>O crescimento do consumo on-line e a demanda gerada pela oferta</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Oct 2010 12:04:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Marques</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O constante avanço da tecnologia aliado ao maior poder de consumo e à crescente participação brasileira nas mídias sociais tem impulsionado consumidores de todas as regiões a se aventurarem em suas primeiras compras pela internet. Entretanto, muito dessa adesão pode estar relacionada ao aparecimento de dezenas de sites de compras coletivas aonde a oferta gera a demanda]]></description>
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;">Os brasileiros finalmente se renderam às compras online e tudo indica  que o ano de 2010 será o grande divisor de águas na nossa maneira de  consumir e de se comportar com o mercado virtual.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">O constante avanço da tecnologia aliado ao maior poder de consumo e à  crescente participação brasileira nas mídias sociais tem impulsionado  consumidores de todas as regiões a se aventurarem em suas primeiras  compras pela internet. Entretanto, muito dessa adesão pode estar  relacionada ao aparecimento de dezenas de sites de compras coletivas, onde a oferta gera a demanda.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Motivados pela primeira compra, esses novos consumidores passaram a  ganhar confiança e a buscar novas formas de consumir na web. Opções não  faltam. De consagrados sites como o Mercado Livre e Submarino, passando  pelas e-commerces de grandes lojas de departamento ao novíssimo <em>Android Store</em>. As opções estão em constante expansão.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">De olho nesse crescimento, o Procon (Procuradoria de Proteção e  Defesa do Consumidor) de São Paulo criou um site de reclamações  exclusivo para o comércio eletrônico. Este novo canal que passa a  atender ao consumidor paulista pode criar precedentes para que novos  canais sejam criados em outros estados.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Essa iniciativa ao mesmo tempo em que dá suporte aos habituais  consumidores virtuais pode fornecer mais uma dose de segurança aos que  pretendem iniciar suas compras nesse novo ambiente.  Sendo a confiança e  credibilidade, importantes motivadores para a efetuação de uma compra, a  iniciativa paulista representa o amadurecimento de um novo meio.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">O já conhecido baixo custo para se manter uma loja e a fácil  divulgação através de técnicas cada vez mais criativas de uso das mídias  sociais tem feito com que muita gente passe a disputar a atenção do  consumidor.  Afinal, o preço na internet sempre tenderá a ser mais  barato do que nas lojas físicas pelo fato do produto não ter que passar  por alguns processos no canal de distribuição.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Com isso em mente, essa nova geração de consumidores motivados pelo  preço passará a consumir cada vez mais pela web, o que,  consequentemente, gerará futuras reclamações que demandarão mais canais  como o criado recentemente pelo Procon de São Paulo.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">E imagine você, que um dia chegaram a conceber que os Correios iriam  sucumbir com a ascensão da Internet. Mal sabiam o que estava por vir…</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
<h5>Eduardo Marques</strong> é gestor de projetos web da dBrain</p>
</h5>
<h1></h1>
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		<title>GAP: os efeitos colaterais de uma mudança de marca</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Oct 2010 12:22:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Przybylski</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Assim como a foto que fica registrada em nossa carteira de identidade, as marcas também ficam desatualizadas. Esse “envelhecimento” ocorre devido a vários fatores. Além das mudanças comportamentais, a moda e as novas tecnologias fazem com que as marcas se tornem obsoletas, sendo necessário apostar na melhoria da criação. Quem fez isso recentemente foi a ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;">Assim como a foto que fica registrada em nossa carteira de identidade, as marcas também ficam desatualizadas. Esse “envelhecimento” ocorre devido a vários fatores. Além das mudanças comportamentais, a moda e as novas tecnologias fazem com que as marcas se tornem obsoletas, sendo necessário apostar na melhoria da criação.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Quem fez isso recentemente foi a grife norte-americana GAP. Entretanto, a nova logo pareceu ousada demais para seus consumidores. A empresa tornou-se alvo de duras críticas e acabou tendo de retornar à sua antiga marca. Reações assim demonstram a importância que o símbolo representa e denota ainda o risco que uma mudança implica.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Modernizar é preciso, mas é necessário cautela. Realizar pesquisas de mercado antes de qualquer alteração é a obrigação de quem quer propor algo inovador a seus consumidores.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Todo esse processo de modernização deve ser muito bem avaliado. Criar uma marca, atualizar ou até mesmo manter a que existe deve ser uma decisão discutida em todos os níveis de uma empresa.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Quando bem aplicada, a mudança pode significar aumento dos lucros para a companhia. Um bom exemplo foi o reposicionamento da marca Natura, que após a mudança tornou-se uma das maiores empresas do Brasil.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Cabe dizer que a marca vai muito além de um mero símbolo gráfico. A representação de uma companhia deve imprimir fielmente suas posições e estratégias. Deve-se gerar empatia com o consumidor acima de tudo.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Em síntese, assim como uma empresa, toda marca precisa ser única, diferente. Para isso é importante contar com o apoio e gestão da marca por parte de profissionais capacitados e com competência para essa análise, evitando-se maiores contratempos.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Como nas nossas carteiras de identidade, as marcas demonstram quem somos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h5><strong>Eduardo Przybylski </strong>é designer de informação da dBrain, agência especializada em marketing de canais.</h5>
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		<title>Terceirização das mídias sociais: a construção de uma imagem</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Sep 2010 13:47:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Marques</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com o avanço da adoção de ferramentas como o Twitter, verificam-se também novas formas de uso que visam fortalecer ou criar novas marcas. Recentemente, o pai do jogador Neymar, atacante do Santos, declarou que seu filho não mais escreveria em seu microblog. Ao buscar o controle da “qualidade” da exposição de seu filho, o pai do jogador informou que a sua conta seria administrada pela sua assessoria]]></description>
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;">Mais do que um mero capricho, o marketing &#8211; seja ele empresarial ou pessoal &#8211; se tornou obrigação no mundo atual. Ao expandir a outrora limitada barreira geográfica com as chamadas mídias sociais, uma pessoa comum tem hoje a possibilidade &#8211; dentro de um custo aproximado de zero &#8211; de ter suas idéias difundidas facilmente pelo planeta. Porém, qualquer deslize, por menor que seja, pode danificar ou até destruir uma imagem construída ao longo de anos.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Com o avanço da adoção de ferramentas como o Twitter, verificam-se também novas formas de uso que visam fortalecer ou criar novas marcas. Recentemente, o pai do jogador Neymar, atacante do Santos, declarou que seu filho não mais escreveria em seu <em>microblog</em>. Ao buscar o controle da “qualidade” da exposição de seu filho, o pai do jogador informou que a sua conta seria administrada pela sua assessoria.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Este caso nos mostra que a terceirização para monitoramento e divulgação de perfis corporativos expande seus braços também para o mundo das celebridades, futebol e alcança até a política.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Um exemplo disso são as campanhas dos presidenciáveis Marina Silva e Plínio Arruda. Os candidatos possuem no público das redes sociais, boa parte de sua popularidade. Nota-se que o uso das mídias é tão intenso que, mesmo durante os debates em que o socialista Plínio aparecia na Rede Bandeirantes e RedeTV, ele teve sua conta pessoal do <em>Twitter</em> atualizada em tempo real pela sua equipe. Dentro desse processo, a terceirização cumpre o seu papel de transformar a imagem do cliente em algo valorizado ao reafirmar prontamente na rede as idéias expostas na grande mídia.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, na teoria, o próprio indivíduo deveria ecoar e projetar os seus pensamentos nas mídias sociais. Ao utilizar um profissional, podemos acabar por adicionar em nós mesmos mais uma das tantas máscaras que usamos no dia-a-dia. O que, diga-se de passagem, é algo da natureza humana. Postados atrás dessa nova máscara temos duas opções: nos esconder e viver uma interpretação ou por força da necessidade, adotar novos comportamentos.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Devido a uma demanda cada vez maior por clareza nas ações dos indivíduos e a uma constante exigência para sermos cada vez melhores, é grande a chance de seguirmos a última opção. Enfim, mais do que simples ferramentas de comunicação, me atrevo a dizer que as mídias sociais estão nos ajudando a moldar o homem de amanhã.  Como ferramentas divulgadoras do nosso comportamento, elas começam a regular o que é socialmente aceitável do que não é.  Um processo de depuração automático auto-imposto que aos poucos mostra aos extremos qual é o caminho do meio.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Com isso em mente, uma boa estratégia de atuação nas mídias sociais só terá êxito se o material humano que a compõe tiver credibilidade. Se o cliente não se comportar como é esperado dele fora da rede, não haverá assessoria que construa uma imagem que persista.</p>
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