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	<title>dBrain - inteligência de negócio &#187; Knowledge</title>
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	<description>Agência especializada em Marketing de Canais e que presta assessoria completa em Inteligência de Negócios para relações B2B.</description>
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		<title>A arte de escrever</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Jan 2011 11:24:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Escrever bem é o sonho de praticamente todos os executivos. Entretanto, expor ideias num papel vai muito além do mero exercício de enfileirar palavras, intercalando-as com vírgulas e pontos. Ao contrário do que muitos pensam, a escrita não é apenas dom. Obviamente, como em tudo na vida, há sempre aqueles que se destacam um pouco ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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<p style="text-align: justify;">Escrever bem é o sonho de praticamente todos os executivos. Entretanto, expor ideias num papel vai muito além do mero exercício de enfileirar palavras, intercalando-as com vírgulas e pontos.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao contrário do que muitos pensam, a escrita não é apenas dom. Obviamente, como em tudo na vida, há sempre aqueles que se destacam um pouco mais. Mas, isso não pode servir de desculpas para simplesmente não escrever.</p>
<p style="text-align: justify;">Além de ler muito para aumentar o vocabulário e evitar erros de português, é importante ter algumas questões bem claras em mente. Em primeiro lugar &#8211; antes mesmo da primeira palavra &#8211; é importante saber quem é o público alvo da sua mensagem. A quem interessaria o que você pretende escrever?</p>
<p style="text-align: justify;">Depois, concentre-se exclusivamente na mensagem. O que realmente você quer dizer? Quais são suas intenções? Exponha sua opinião. Quem lê vai querer saber de que lado você está. Portanto, nada de ficar em cima do muro. Tome partido e argumente a favor de suas ideias.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Quando, enfim, tudo isso estiver bem claro, comece a redigir. Lembre-se que no início do texto deve haver uma justificativa para a sua escolha por determinado tema. E, não vale dizer apenas que é porque você é um especialista nessa área. Sua mensagem deve ter relevância para outras pessoas. Caso contrário, seria mais simples escrever num diário e guardá-lo a sete chaves.</p>
<p style="text-align: justify;">Passada a fase de introdução e contextualização ao assunto, chega a hora de aprofundar-se, demonstrando aí os seus conhecimentos e domínio do assunto. Busque pesquisas e informações que sustentem cientificamente aquilo que você afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">Fique atento para não desviar do assunto principal entre um parágrafo e outro. Procure recursos para prender a atenção do leitor até o fim, evitando que ele abandone o texto pelas metades.</p>
<p style="text-align: justify;">Frases longas são totalmente dispensáveis. Elas nunca podem ultrapassar duas linhas. Para evitar isso, organize os pensamentos de forma clara e coesa. Não há nada mais desanimador que repetir a leitura por falta de compreensão.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro cuidado importante é quanto ao uso de termos técnicos ou em língua estrangeira. É preciso traduzi-los e explicá-los exaustivamente para nunca deixar traços de dúvidas no leitor.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Esgotada essa parte, é necessário fazer um encerramento, fechando tudo o que foi dito até então. É o momento de reforçar sua opinião, dando ênfase à mensagem central, que é a razão de ser do seu texto.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando finalmente terminar, parta para o título. Lembre-se que é ele a isca que irá atrair ou não o leitor. Procure termos simples e que traduzam bem o conteúdo geral do texto.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, tenha em mente que escrever é uma arte que exige técnica, força de vontade e muita, mas muita disciplina. Para alcançar um bom nível é preciso bastante dedicação e, principalmente, treino. Mãos à obra!</p>
<h5><strong>Marília Cardoso</strong> é jornalista especializada em comunicação empresarial e sócia fundadora da InformaMídia Comunicação.</h5>
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		<title>Planejamento de comunicação no canal de marketing</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Nov 2010 12:24:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um bom planejamento é essencial para se alcançar resultados. Em mercados complexos como os que envolvem parceiros de negócios, a situação não é diferente.  No ambiente B2B, onde as ações se concentram majoritariamente no canal de marketing, é preciso ir além do mero feeling para se obter resultados positivos. É preciso planejar. Entretanto, o papel ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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		</div>
<p style="text-align: justify;">Um bom planejamento é essencial para se alcançar resultados. Em mercados complexos como os que envolvem parceiros de negócios, a situação não é diferente.  No ambiente B2B, onde as ações se concentram majoritariamente no canal de marketing, é preciso ir além do mero <em>feeling</em> para se obter resultados positivos. É preciso planejar.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, o papel de planejar modificou-se muito nos últimos anos. Ele passou da simples idéia – redação – criação, para algo muito mais elaborado. Algo que se renova em diversas etapas e que agora contempla uma interação muito mais eficiente com os departamentos criativos.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Tendo como base essa nova realidade, o planejamento de uma ação deve elaborar, em primeiro lugar, a geração de um conceito levando em conta os vários desfechos possíveis para o resultado da mesma.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Pensar nos reflexos positivos e/ou negativos é a segunda etapa de um planejamento bem feito. Afinal, toda estratégia pode resultar em sucesso ou fracasso. Vale aqui lembrar que muito do resultado está diretamente ligado ao planejamento realizado.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Já o terceiro passo é pensar como o consumidor, lembrando-se que uma boa ação de marketing concentra seus resultados no público-alvo. Seja esse o consumidor final ou os parceiros de negócios aqui representados pelas empresas integrantes do seu canal de distribuição.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Em um canal de marketing, por exemplo, é preciso entender o papel desses parceiros dentro da estrutura de negócios que os une e como eles atuam dentro do guarda-chuva da comunicação da sua empresa.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">O uso de profissionais de criação deve ser intensificado e reforçado nas ações que envolvam diretamente a marca no ambiente do canal de marketing, pois é nele onde um rico e importante trabalho de branding e conhecimento da mesma pode ser executado a fim de fortalecê-la entre os parceiros. Conhecer profundamente o que está sendo ofertado também é fundamental para o sucesso de uma ação de comunicação.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Enfim, como no B2C, o planejamento de comunicação no B2B vem se tornando uma ferramenta cada vez mais integradora e decisiva. O caminho que vêm desde o conceito, passando pelos desdobramentos e que vai até a mente do publico alvo, deve manter sempre o mais importante: o entendimento do negócio do cliente.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h5 style="text-align: justify;">Thiago Flores integra o núcleo de Planejamento da dBrain inteligência de negócio</h5>
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		<title>Fidelização: o desafio do século XXI</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 17:50:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Przybylski</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Basta uma simples ida ao supermercado ou shopping center para notar a vasta quantidade de marcas que encontramos para um mesmo tipo de produto. Cada um tem suas promessas, qualidade e custo. Sob a ótica de consumidores, fazemos as escolhas com base nos critérios que estabelecemos como prioritários. Já do ponto de vista de fabricantes ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p>Basta uma simples ida ao supermercado ou shopping center para notar a vasta quantidade de marcas que encontramos para um mesmo tipo de produto. Cada um tem suas promessas, qualidade e custo.<br />
<h1></h1>
<p>Sob a ótica de consumidores, fazemos as escolhas com base nos critérios que estabelecemos como prioritários. Já do ponto de vista de fabricantes ou distribuidores, somos desafiados a analisar nossos produtos e os de nossos concorrentes a fim de ressaltar o que temos de melhor, nossos pontos fortes.<br />
<h1></h1>
<p>Este destaque de nossas qualidades se dá por meio de uma comunicação clara e eficiente, que visa fixar essas informações na mente dos consumidores. Vale ressaltar que mais importante que estar presente no mercado é saber de que forma se é visto pelos seus potenciais clientes.<br />
<h1></h1>
<p>Ter uma avaliação positiva dos consumidores significa ter chances aumentadas de fazer parte de sua lista de compras hoje e no futuro. Eis que surge o fenômeno da fidelização, um predicado que se torna cada dia mais indispensável para qualquer marca &#8211; independentemente de segmento.<br />
<h1></h1>
<p>Por se tratar de uma promessa, a marca carrega consigo vários atributos que precisam ser passados aos seus consumidores. Essa marca é boa porque lava melhor. A outra porque rende muito. E assim por diante, sendo avaliadas sempre por suas características de destaque.</p>
<h1></h1>
<p>O canal é uma peça fundamental no transporte dessas promessas até o consumidor final. Principalmente em mercados pequenos ou em locais onde a comunicação por si só não consegue levar esses conceitos, é seu papel reforçar a marca e demonstrar o quão forte ela é.<br />
<h1></h1>
<p>Independentemente do mercado, público ou consumidor, o ato da compra vai se basear sempre em fatores que a marca possibilitou ao consumidor observar. O canal deve repassar isso de forma clara e objetiva. O revendedor ou distribuidor devem defender a marca.<br />
<h1></h1>
<p>De certa forma, o processo de fidelização ocorre em escala, onde um distribuidor que defenda a marca repassa os produtos para os revendedores, que por sua vez, convencidos da qualidade que a marca oferece, repassam isso aos seus consumidores que entendem, acreditam e retornam para comprar mais de determinado produto.<br />
<h1></h1>
<p>Para que isso funcione, é indispensável que a marca treine, instrua e acompanhe todo o processo do canal, evitando assim desgastes e possíveis ruídos na comunicação. Destruir uma marca é muito mais rápido do que parece e, normalmente, acontece por situações que se tivessem sido previstas, poderiam ser facilmente evitadas. Fortalecer os laços dentro do canal também significa fortalecer mais um ponto de contato da marca.</p>
<h1></h1>
<p>Construir uma marca é uma tarefa árdua, longa, mas que quando bem desenvolvida gera retorno sobre o investimento. Fidelizar a marca através dos atributos é o melhor cenário possível. O custo é mais baixo e o retorno, muito maior. Quando um consumidor defende uma marca, não esta defendendo apenas a marca, está defendendo aquilo que ele acredita, aquilo que ele segue. Ele passa a ser o sonho cliente de toda empresa, o consumidor fiel.<br />
<h1></h1>
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		<title>Mídias sociais transformam consumidores em parceiros</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 18:14:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Marques</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A crescente interação social promovida na internet nos últimos anos mudou de maneira definitiva o papel de como nos relacionamos com produtos e marcas e entre nós mesmos. O fácil acesso à informação e a rápida multiplicação das nossas opiniões gerou milhares de artigos e teses que tentam explicar, ou ao menos nos situar, sobre as mudanças ocasionadas na maneira como fazemos negócios e nos expomos nesse início da era das mídias sociais]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;"><em>“Nós não estamos numa época de mudanças, mas sim em uma mudança de época”.</em> A frase de Chris Anderson, editor da revista <em>Wired</em> e autor dos livros A Cauda Longa e <em>Free</em> resume muito bem o nosso atual período e abre espaço para conjunturas do que vem por aí.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">A crescente interação social promovida na internet nos últimos anos mudou de maneira definitiva o papel de como nos relacionamos com produtos e marcas e entre nós mesmos. O fácil acesso à informação e a rápida multiplicação das nossas opiniões gerou milhares de artigos e teses que tentam explicar, ou ao menos nos situar, sobre as mudanças ocasionadas na maneira como fazemos negócios e nos expomos nesse início da era das mídias sociais.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Há, porém, no extenso material criado sobre essas mudanças, um denominador em comum.  A mudança das relações existentes entre empresas, colaboradores e consumidores.  Tudo bem que cada um desses ainda possui o seu papel bem definido, porém, está na interação entre eles a grande mudança.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Partindo do princípio que são as pessoas (e não os seus papéis sociais) que na internet emitem opiniões, indicam, idolatram ou destroem a reputação de algo ou alguém, porque continuará a empresa a tratar o consumidor como se fosse somente um número? Afinal, hoje a sua opinião tem meios reais de proporcionar efeitos de manada em um tempo incrivelmente curto. Como na natureza, a necessidade está criando uma mudança de atitude.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">A empresa que ouve, colabora, atua junto e conhece o seu consumidor tem em troca uma pessoa que aprova, indica, se apaixona e atua junto com a marca. Uma relação harmônica onde os interesses ficam claros e todos ganham.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Resistir a essas mudanças é inútil.  Há pouco tempo, no final dos anos 90, gravadoras americanas travaram uma luta contra o compartilhamento de música através do <em>Napster</em>.  Em vez de se adaptarem às mudanças, tentaram de todo modo manter a fórmula do seu negócio ao ponto de acusar os seus consumidores (aqueles que compartilhavam música) de criminosos. Hoje, rendidos, tiveram que mudar sua fórmula.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, no Brasil empresas como a CityBest, a ClickOn e o Peixe Urbano estão conquistando legiões de fãs  por apostar exatamente no poder das multidões.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">É hora de esquecer a massificação. Pessoas são diferentes e gostam de ser tratadas como tal.  Com a facilidade na aquisição de dados e com os cruzamentos de informações através de técnicas de <em>Data Mining</em>, hoje podemos conhecer cada vez melhor o nosso público.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Conversar, tratar e oferecer ao consumidor o que ele deseja está mais fácil do que nunca. Enfim, a possibilidade de transformar consumidor em parceiro quebra um paradigma e abre uma oportunidade. O que sua empresa irá fazer? Nadar contra a maré ou aceitar o novo mundo?</p>
<h1></h1>
<h5>Eduardo Marques é gestor de projetos web da dBrain</h5>
<h4>Artigo publicado nos seguintes veículos:</h4>
<p><img class="alignnone" src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /><a href="http://imasters.uol.com.br/artigo/17748/midiasocial/midias_sociais_transformam_consumidores_em_parceiros/" target="_blank">iMasters UOL</a></p>
<p><img src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /><a href="http://conectadoespm.blogspot.com/2010/08/midias-sociais-transformam-consumidores.html" target="_blank">Blog Conectado &#8211; ESPM</a></p>
<p>
<img src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /><a href="http://www.crasp.com.br/app/pl/clippingnews/ClippingNoticias.aspx?NoticiaID=1719&#038;ClipID=242" target="_blank">CRA/SP</a><br />
<img src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /><a href="http://www.administradores.com.br/informe-se/marketing/midias-sociais-transformam-consumidores-em-parceiros/36345/" target="_blank">Portal Administradores</a><br />
<img src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /><a href="http://www.investne.com.br/Opiniao/midias-sociais-transformam-consumidores-em-parceiros" target="_blank">Invest NE</a></p>
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		<title>Planejamento empresarial durante a Copa do Mundo</title>
		<link>http://dbrain.com.br/2010/07/planejamento-empresarial-durante-a-copa-do-mundo/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 13:38:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcel Raposo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Neste momento, todas as nossas atenções estão voltadas para a Copa do Mundo, torcendo para que ao seu final o caneco seja nosso mais uma vez. Durante o mundial, o país praticamente pára, o que acaba trazendo uma perda de capacidade laboral em alguns setores da indústria e comércio, como construção civil e montadoras, bem como nas repartições públicas. Uma boa forma de aproveitar o “tempo livre” é colocar em andamento a elaboração de uma metodologia de atividades]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;">Neste momento, todas as nossas atenções estão voltadas para a Copa do Mundo, torcendo para que ao seu final o caneco seja nosso mais uma vez. Durante o mundial, o país praticamente pára, o que acaba trazendo uma perda de capacidade laboral em alguns setores da indústria e comércio, como construção civil e montadoras, bem como nas repartições públicas. Uma boa forma de aproveitar o “tempo livre” é colocar em andamento a elaboração de uma metodologia de atividades.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Todo projeto pode ser construído por meio de metodologia estruturada, moderna, e que ofereça a possibilidade de gerenciamento via documentação. O objetivo é estabelecer a efetividade, continuidade e transparência de seus processos, que seja aceita pelos gestores, clientes e parceiros.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Em outras palavras, a metodologia é um roteiro dinâmico para desenvolvimento de projetos. A este roteiro dá-se o nome de Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação, ou simplesmente PETI.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Sendo assim, o PETI deve auxiliar o desenvolvimento de projetos, permitindo que as necessidades do cliente sejam atendidas, com os recursos disponíveis e dentro de um prazo ideal definido em conjunto com os envolvidos. Não se deve limitar a criatividade profissional, porém, é necessária a definição de um instrumento que harmonize e coordene as áreas envolvidas. Todos os passos devem ser discutidos e avaliados, bem como estar em constante revisão na medida em que os projetos aconteçam.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Dois conceitos importantes tratam da modularidade e condição de existência de uma metodologia. Fazendo uma analogia com o popular esporte bretão, pode-se dizer que uma equipe é composta pela defesa, meio de campo e ataque, e essa divisão permite atribuições distintas de tarefas entre os jogadores. Da mesma forma, a modularidade permite a segmentação de um projeto, possibilitando a diminuição de sua complexidade e definição clara dos processos. A condição de existência diz que um projeto deve ser desenvolvido com uma metodologia, mesmo que ainda não esteja fortemente consolidada, da mesma forma que um time opta por um esquema tático para ter maiores chances de vitória.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Toda metodologia deve prever momentos em que os projetos são avaliados, para verificação do grau de atendimento às necessidades, e também a confecção dos relatórios, diagramas e descrições de cada processo elaborado.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Em suma, com a definição do PETI é possível ver um cenário de gols e conquistas para sua empresa. Vale a pena experimentar.</p>
<h5 style="text-align: justify;">Marcel Antunes Raposo é especialista em informática e desenvolvedor de sistemas da dBrain, agência especializada em marketing de canais.</h5>
<h4>Artigo publicado nos seguintes veículos:</h4>
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<p><img src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /><a href="http://www.correiodematogrosso.com.br/TNX/conteudo.php?sid=131&#038;cid=2890&#038;parent=0" target="_blank">Correio de Mato Grosso</a></p>
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		<title>A importância do Data Mining na tomada de decisões</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 13:18:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcel Raposo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A imensa quantidade de dados gerados diariamente nas transações eletrônicas tem desafiado constantemente a habilidade técnica de vários gestores na tarefa de transformar bits e bytes em informação útil. O bom gerenciamento dessas informações é algo decisivo para o sucesso de uma organização. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;">A imensa quantidade de dados gerados diariamente nas transações eletrônicas tem desafiado constantemente a habilidade técnica de vários gestores na tarefa de transformar bits e bytes em informação útil. Bancos de dados, que até pouco tempo coletavam e trabalhavam dados na casa dos gigabytes, hoje mensuram em terabytes e petabytes.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">O bom gerenciamento desse turbilhão de informações é algo decisivo para o sucesso de uma organização. Com isso em mente, cada vez mais a administração dos dados vem ganhando relevância nas corporações por garantir a qualidade das informações.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Em teoria, a administração dos dados consiste no desenvolvimento e execução de estratégias, práticas e procedimentos para o processo de gerência dos dados em uma organização. Nesse contexto, muitas empresas têm mostrado eficiência em capturar, organizar e armazenar grandes quantidades de dados obtidos de suas operações diárias. Porém, a maioria delas ainda não os usa adequadamente para transformá-los em conhecimentos que possam ser utilizados em suas próprias atividades.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Uma excelente prática de aproveitamento de informação que pode ser integrado à administração, é o enriquecimento dos dados. Sendo este um processo que visa eliminar as inconsistências, proporciona maior qualidade aos dados coletados.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Utilizar a informação que está implícita na massa de dados também é algo de grande valia. Entretanto, isto não pode ser feito utilizando sistemas de gerenciamento de banco de dados convencionais. A solução para isso é a Mineração de Dados, também conhecida como Data Mining.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Data Mining é o processo de análise de conjuntos de dados que tem por objetivo a descoberta de padrões interessantes e que possam representar informações úteis. O seu uso permite a investigação de dados na busca por padrões que tenham valor para a organização.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">A popularização desse conceito o tem tornado uma ferramenta cada vez mais utilizada no gerenciamento de informação por revelar estruturas de conhecimento importantes para a tomada de decisões.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Não seria exagero dizer que um leque de oportunidades se abre ao se utilizar o Data Mining. Dados comportamentais inesperados podem ser analisados, obtendo conhecimentos que estavam “ocultos” na base de dados. O que por outro lado gera aprendizado e dados adicionais que podem influenciar no desenvolvimento de estratégias da organização.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Esta tecnologia está sendo usada para descrever características do passado, assim como predizer tendências para o futuro. Sua utilização permite avanços tecnológicos e científicos, além de garantir uma vantagem competitiva.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Enfim, em um mundo aonde a troca de dados se torna mais constante, fica evidente a importância da análise de informações proporcionada através do Data Mining. Essa importante atividade que permite às organizações uma melhoria significativa na qualidade de seus produtos e processos, poderá ser em breve um novo pilar das empresas modernas.</p>
<h5>Marcel Antunes Raposo é especialista em informática e desenvolvedor de sistemas da dBrain, agência especializada em marketing de canais.</h5>
<h4>Artigo publicado nos seguintes veículos:</h4>
<p><img class="alignnone" src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /><a href="http://www.administradores.com.br/informe-se/marketing/a-importancia-de-data-mining-na-tomada-de-decisoes/35063/">Portal Administradores</a></p>
<p><img src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /><a href="http://www.revistamakingof.com.br/17,23656-a-import%C3%A2ncia-de-data-mining-na-tomada-de-decis%C3%B5es.htm" target="_blank">Revista Making Of</a></p>
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		<title>Mídias sociais no B2B</title>
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		<pubDate>Thu, 27 May 2010 12:15:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Marques</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As empresas que tem o foco no consumidor final, as chamadas B2C - Business to Consumer, parecem já ter encontrado o seu caminho na implantação de estratégias bem sucedidas no uso das mídias sociais. Apesar dos percalços comuns, típicos dos desbravadores, exemplos de bons casos emergem todos os dias]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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<p style="text-align: justify;">As empresas que  tem o foco no consumidor final, as chamadas B2C &#8211; <em>Business to Consumer</em>, parecem já ter  encontrado o seu caminho na implantação de estratégias bem sucedidas no uso das  mídias sociais. Apesar dos percalços comuns, típicos dos desbravadores, exemplos  de bons casos emergem todos os dias.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, o que  vem acontecendo com esse tipo de empresa ainda não é comum no mercado B2B &#8211;  Business to Business. Todavia, isso não quer dizer que as mídias sociais sejam  ferramentas exclusivas para o B2C. Com a experiência adquirida pelos primeiros,  o Business to Business parece finalmente se render aos avanços da  internet.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Antes, porém, é  preciso levar algumas coisas em consideração. Para  desenvolver uma boa estratégia é importante definir o objetivo da sua empresa ao  se aventurar no mundo das redes. Aqui, conceitos e valores de cada corporação,  direcionados pelos times de marketing, devem imperar. Lembre-se de que construir  somente um blog, contas de <em>Twitter</em> e <em>Facebook</em> para republicar os comunicados da  empresa são impessoais e pouco eficientes.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Tenha em mente  que essa é uma ótima oportunidade para ser visto como um <em>expert</em>. A confiabilidade conquistada  poderá lhe render referências e futuros negócios. Para isso, explore conteúdos  de qualidade e informações que podem ser úteis não apenas para sua empresa, mas  para um universo de pessoas.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Apesar de o  relacionamento ser entre empresas, é importante também manter o calor humano. O  grande sucesso de toda campanha desenvolvida em mídia social está na construção  da confiança e credibilidade. Se os seus parceiros de negócios confiam na pessoa  que está atrás da marca, confiarão em sua empresa.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Por ter um  público-alvo limitado a um grupo de empresas é importante ser estreito e focado.  Segmentação é a palavra-chave para evitar o desperdício de tempo com informações  sem relevância.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Um bom exemplo de  segmentação é o do metrô de Nova Iorque, onde cada linha de trem possui uma  conta individual no <em>Twitter.</em> Cada  uma informa aos seus usuários sobre atrasos e mudanças. Em vez de ler todas as  informações sobre a rede de trens, o usuário lê somente o que lhe  interessa. Este modelo pode ser muito bem empregado por empresas B2B ao  segmentarem informações destinadas a diferentes grupos de distribuidores e/ou  revendas.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Outro bom exemplo  do Twitter são as promoções para consumidores, normalmente realizadas por  empresas B2C para movimentar serviços e/ou produtos. No B2B, geram adesão à  ferramenta e aquecem a comunicação em duas vias. Incentivar o canal e oferecer  espaço para ele participar, além de criar uma ótima atmosfera, abre espaço para  a criação de um serviço de atendimento. Serviço este que pode se tornar uma  poderosa ferramenta para ouvir e responder parceiros. Algo que pode ser muito  mais eficiente do que o mais bem redigido e-mail de resposta.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Com a confiança  estruturada, o próximo passo se dá no campo do desenvolvimento de aplicativos  específicos de negócios. Geração de leads e dados de transações de vendas, só  para listar alguns exemplos, se não forem feitos em portais específicos, podem  ser transmitidos através de dispositivos móveis como o <em>iPad</em> e <em>Smartphones </em>diversos. Por estarmos em um  campo em desenvolvimento, as possibilidades são enormes.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h1></h1>
<p>Por fim, é  preciso ter em mente que, embora se esteja lidando com empresas, há pessoas por  detrás delas. Sendo assim, fuja das velhas técnicas de empurrar produto a  qualquer custo e de utilizar jargões de marketing para campanhas de incentivo.   Em um mercado que está cada vez mais humanizado, você não  aumentará sua  rentabilidade com a simples utilização das mídias sociais. Você  fará dinheiro  com as pessoas que confiarem em você.</p>
<p style="text-align: justify;">Este é o  negócio.</p>
<h5>Eduardo Marques é gestor de projetos web da dBrain</h5>
<h4>Artigo publicado nos seguintes veículos:</h4>
<p><img class="alignnone" src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /><a href="http://br.hsmglobal.com/notas/57724-midias-sociais-no-b2b" target="_blank">HSM Management</a><br />
<img src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /><a href="http://imasters.uol.com.br/artigo/17037/midiasocial/midias_sociais_no_b2b/" target="_blank">iMasters UOL</a><br />
<img src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /><a href="http://webinsider.uol.com.br/2010/06/07/uso-de-midias-sociais-tambem-vale-no-b2b/" target="_blank">Webinsider UOL</a><br />
<img src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /><a href="http://consumidormoderno.uol.com.br/site/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=2046:midias-sociais-no-b2b&amp;catid=113:melhores-praticas&amp;Itemid=156" target="_blank">Consumidor Moderno UOL</a><br />
<img src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /><a href="http://www.memesgestao.com.br/jportal/portal.jsf?post=25061" target="_blank">Memes Gestão<br />
</a><img src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /><a href="http://www.administradores.com.br/informe-se/tecnologia/midias-sociais-no-b2b/33838/" target="_blank">Portal Administradores<br />
</a><img src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /><a href="http://www.techlider.com.br/2010/06/midias-sociais-no-b2b/" target="_blank">Techlider</a></p>
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		<title>O poder das redes sociais no ambiente corporativo</title>
		<link>http://dbrain.com.br/2010/05/o-poder-das-redes-sociais-no-ambiente-corporativo/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 May 2010 11:05:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Marques</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O uso de mídias sociais, como o Twitter, vem ganhando força dia após dia e alcançando inclusive figuras polêmicas, como o presidente da Venezuela. Semana passada, Hugo Chávez, em primeira mão, informou à população de seu país pelo microblog que uma plataforma de gás natural afundara no Caribe. Se até o nosso vizinho venezuelano, que ]]></description>
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;">O uso de mídias sociais, como o <em>Twitter</em>, vem ganhando força  dia após dia e alcançando inclusive figuras polêmicas, como o presidente da  Venezuela. Semana passada, Hugo Chávez, em primeira mão, informou à população de  seu país pelo microblog que uma plataforma de gás natural afundara no  Caribe.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Se até o nosso vizinho venezuelano,  que é avesso às novidades  vindas do norte se rendeu ao poder  mobilizador gerado nas redes sociais, o que  impede a sua empresa de se desenvolver nessa nova realidade?</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Primeiramente, precisamos ter em mente que mídias sociais e redes  sociais não são a mesma coisa. A primeira é somente uma categoria da última.  Sendo assim, sites como <em>Facebook</em>, <em>Orkut</em> e <em>LinkedIn</em> são exemplos de redes sociais.  Já o <em>Twitter</em> e <em>Youtube</em>, são exemplos de mídias  digitais.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Existe hoje um frenesi acerca das redes sociais e da sua  efetividade como uma nova fronteira a desenvolver negócios. Entretanto, antes de  nos aventurarmos a entrar no que muitos acreditam ser um novo   mundo  a ser  desbravado, vale lembrar que o homem sempre se organizou em grupos, sejam eles  religiosos, políticos, de trabalho ou lazer.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Com a internet se tornando cada vez mais colaborativa, os  ambientes de encontro entre as pessoas foram naturalmente migrando para  ambientes virtuais, onde o armazenamento de informações e as facilidades de  acesso as tornaram o espaço ideal para o desenvolvimento dos mais diversos  grupos de interesses.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Hoje em dia, aplicativos baseados na internet, como a plataforma  colaborativa de trabalho <em>Sharepoint,</em> e a de CRM, <em>SalesForce</em>,  ganham cada vez mais popularidade. Inclusive, já é percebido o aumento do uso de  portais de relacionamento desenvolvidos exclusivamente para o estreitamento das  relações entre  colaboradores e empresas parceiras.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">As corporações que tomam a dianteira ao propiciar para os seus  parceiros um ambiente adequado e eficiente, conseguem fermentar novas idéias  constantemente, além de facilitarem a transferência de informações e diminuírem  os ruídos de comunicação.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Enfim, redes sociais não são novidades, elas sempre existiram e  sempre estarão por aí. O que muda são os ambientes em que elas se encontram.   Cabe agora a você, gestor, desenvolver os ambientes em que a sua empresa  crescerá.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h5 style="text-align: justify;">Eduardo Marques é gestor de projetos Web da dBrain</h5>
<h4>Artigo publicado nos seguintes veículos:</h4>
<p><img class="alignleft" src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /> <a href="http://www.elsevier.com.br/site/noticias/Noticias-detalhe.aspx?seg=6&amp;noticiaid=75600" target="_blank">Menção da Editora Elsevier</a></p>
<p><img src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /><a href="http://imasters.uol.com.br/artigo/16931/midiasocial/o_poder_das_redes_sociais_no_ambiente_corporativo/" target="_blank">iMasters UOL</a></p>
<p><img src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /> <a href="http://www.administradores.com.br/informe-se/tecnologia/o-poder-das-redes-sociais-no-ambiente-corporativo/33596/" target="_blank">Portal Administradores</a></p>
<p><img src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /> <a href="http://www.portalcallcenter.com.br/seu-espaco/variedades/o-poder-das-redes-sociais-no-ambiente-corporativo" target="_blank">Portal Call Center</a></p>
<p><img src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /> <a href="http://www.techlider.com.br/2010/05/o-poder-das-redes-sociais-no-ambiente-corporativo/" target="_blank">TechLider</a></p>
<p><img src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /> <a href="http://www.metaanalise.com.br/inteligenciademercado/inteligencia/estrat-gia/o-poder-das-redes-sociais-no-ambiente-corporativo.html" target="_blank">MetaAnálise</a></p>
<p><img src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /> <a href="http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=117824" target="_blank">Revista Fator</a></p>
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		<title>A força do branding em meio às crises</title>
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		<pubDate>Tue, 18 May 2010 14:16:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Przybylski</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Branding é um sistema, um conjunto de fatores que possibilitam ao consumidor entender porque a marca importa. Devemos entender esse processo como a soma dos esforços de vários departamentos ao compor todos os valores de uma empresa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;">Semana passada, fomos surpreendidos com a notícia da queda de um avião na Líbia, norte da África, onde mais de 100 pessoas morreram e apenas um menino de 8 anos sobreviveu. Esta semana mais um avião com 43 pessoas a bordo caiu no Afeganistão. Infelizmente notícias assim tem sido frequentes.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Além das perdas humanas, é possível notar um impacto direto dos fatos na relação entre consumidores e marca. Nada pior do que uma tragédia para gerar dúvidas quanto à capacidade, honestidade e qualidade de uma empresa.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Na mente do cliente, a opção de escolha está sempre atrelada aos benefícios diretos e indiretos que a marca proporciona. Desta forma, um acidente dessa magnitude desestabiliza qualquer confiança em futuras escolhas.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Partindo deste cenário, o que o levaria a viajar novamente por aquela companhia ou modelo de aeronave? Em um universo tão concorrido como o da aviação, como restabelecer a confiança que foi colocada em xeque? Que clientes vão optar por comprar um produto ou serviço num período pós-crise?</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">É por esses e outros motivos que o branding, que é o estudo das marcas, deve ser uma ferramenta fundamental e muito bem aplicada nas empresas. Branding é um sistema, um conjunto de fatores que possibilitam ao consumidor entender porque a marca importa. Devemos entender esse processo como a soma dos esforços de vários departamentos ao compor todos os valores de uma empresa.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Após estabelecer valores para a marca, estes conceitos devem ser constantemente trabalhados pelos canais de comunicação interna e externa. Para melhor proveito, é necessário desenvolver um plano de comunicação eficiente para que o discurso seja único em todos os seus aspectos.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Vale lembrar que os atributos da marca raramente são percebidos rapidamente pelos consumidores e que a comunicação adequada dentro do seu canal de distribuição é uma das principais formas de levar essas informações.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Sendo assim, tenha certeza que os processos com departamentos, preferencialmente aqueles que têm uma exposição maior para os consumidores, como por exemplo, marketing, RH, comercial e SAC, estejam alinhados. Eles são as vozes da marca e podem, desde que bem treinados, ser um eco desses valores.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Garanta a qualidade da informação para que questões relevantes não se percam no caminho. Desenvolva formas de obter o feedback. Ele é o melhor parâmetro para se conhecer a eficiência das suas ações. Por fim, mantenha a periodicidade desses eventos para que sempre fiquem presentes na cabeça dos colaboradores todos os argumentos que a marca oferece.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">De qualquer maneira, todos os eventos, sejam eles bons ou ruins, trazem consequências à marca. As experiências de branding determinam a compra de um produto ou utilização de um serviço. Quanto melhor for essa experiência, melhor será o resultado. O que nos cabe é controlar a intensidade dos fatores externos e internos e direcionar as situações para  que o  desfecho seja sempre o mais proveitoso para a marca.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Cenário perfeito não existe, mas quanto menor desgaste a sua marca sofrer, melhor serão os resultados  para a reputação da empresa, mesmo   enfrentando situações difíceis como em um desastre com vítimas fatais.<br />
﻿</p>
<h5>Eduardo Przybylski é designer de informação da dBrain</h5>
<h4>Artigo publicado nos seguintes veículos:</h4>
<p><img class="alignnone" src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /> <a href="http://br.hsmglobal.com/notas/57639-a-forca-do-branding-em-meio-s-crises-" target="_blank">HSM Management </a><br />
<img src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /> <a href="http://www.administradores.com.br/informe-se/marketing/a-forca-do-branding-em-meio-as-crises/33585/" target="_blank">Portal Administradores</a><br />
<img src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /> <a href="http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=117650" target="_blank">Revista Fator<br />
</a><img src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /> <a href="http://www.varejista.com.br/artigos/marketing/441/a-forca-do-branding-em-meio-as-crises" target="_blank">Portal Varejista </a><br />
<img src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /> <a href="http://www.revistamakingof.com.br/17,21999-a-for%C3%A7a-do-branding-em-meio-%C3%A0s-crises.htm" target="_blank">Revista Making Of</a></p>
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		<title>O valor da marca no canal de distribuição</title>
		<link>http://dbrain.com.br/2010/05/o-valor-da-marca-no-canal-de-distribuicao/</link>
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		<pubDate>Wed, 12 May 2010 17:04:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanina Machado</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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		<description><![CDATA[A gestão de parceiros de canal busca aprimorar os processos de negócio por meio, essencialmente, da melhoria da comunicação entre um fabricante e as empresas independes que compõem o canal de distribuição. De alguma forma, os conceitos que norteiam a gestão de parceiros de canal - também chamada de Partner Relationship Management (PRM) - se assemelham aos da gestão do relacionamento com o cliente, conhecido Customer Relationship Management  (CRM). Contudo, esta é uma denominação específica aplicada às relações entre empresas, ou ]]></description>
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		</div>
<p style="text-align: justify;">A gestão de parceiros de canal busca  aprimorar os processos de negócio por meio, essencialmente, da melhoria da  comunicação entre um fabricante e as empresas independentes que compõem o canal de  distribuição. De alguma forma, os conceitos que norteiam a gestão de parceiros  de canal &#8211; também chamada de <em>Partner  Relationship Management</em> (PRM) &#8211; se assemelham aos da gestão do  relacionamento com o cliente, conhecido <em>Customer</em> <em>Relationship Management</em> (CRM). Contudo,  esta é uma denominação específica aplicada às relações entre empresas, ou B2B.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, grandes empresas estão  fazendo um esforço no sentido de compartilhar informações relevantes com os seus  parceiros através do canal. Pois, as empresas que compõem o ecossistema de  canais são elementos primordiais para a implantação de uma estratégia comercial  bem sucedida.  A questão chave, que o PRM busca equacionar é como garantir a  exclusividade e fidelidade a uma marca.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Por ser o elo entre o fabricante e  seus consumidores finais, os parceiros de canal em vendas indiretas devem ser  vistos e tratados como co-responsáveis pela transferência de valor e  conhecimento sobre produtos e serviços ao mercado. Por isso, é vital que uma  organização que baseia sua operação comercial, mesmo que parcialmente, em vendas  indiretas, estabeleça um sistema de gestão que permita identificar, selecionar,  treinar, desenvolver, segmentar, engajar, avaliar e reconhecer parceiros. Vale  lembrar que este sistema deve estar fortemente fundamentado em regras claras que  minimizem conflitos e assegurem uma parceria do tipo  ganha-ganha.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Em geral, as estratégias de PRM são  concretizadas recorrendo ao auxilio de <em>extranets</em> que viabilizam a integração dos  parceiros com a marca e a disseminação de conhecimento e informações em tempo  real. A criação de portais de parceiros de canal permite aos fabricantes e  distribuidores, a ampliação e abrangência de seus negócios, enfatizando a  importância do relacionamento e da parceria.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Além disso, eventos de  relacionamento, como convenção de vendas, <em>workshops</em> e <em>road-shows,</em> são largamente utilizados como  forma de promover a integração, aumentando a motivação e o engajamento entre os  parceiros e a marca. Quanto mais disponível o fabricante está em ouvir e atender  os anseios e demandas de seu canal, maior a chance dos conflitos inerentes à  atividade comercial serem atenuados. Neste sentido, quanto maior o  comprometimento de um parceiro em relação à marca e vice-versa, maior será o  valor transferido através do canal para o cliente final, o que, por fim,  possibilita um incremento na rentabilidade de todas as empresas envolvidas no  processo de distribuição de um produto.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">Vanina  Machado</span></strong><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"> é jornalista especialista em  marketing e gestão de pessoas. Atua com projetos de PRM na dBrain. </span></h4>
<h4>Artigo publicado nos seguintes veículos:</h4>
<p><img class="alignleft" style="margin-top: 2px; margin-bottom: 2px;" src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /> <a href="http://consumidormoderno.uol.com.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=2018:o-valor-da-marca-no-canal-de-distribuicao&amp;catid=108:marcas&amp;Itemid=152" target="_blank">Consumidor Moderno UOL </a></p>
<p><img class="alignleft" src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /> <a href="http://www.baguete.com.br/noticias/negocios-e-gestao/01/06/2010/artigo-o-valor-da-marca-no-canal-de-distribuicao" target="_blank">Baguete UOL </a></p>
<p><img class="alignleft" src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /> <a href="http://www.administradores.com.br/informe-se/marketing/o-valor-da-marca-no-canal-de-distribuicao/33267/" target="_blank">Portal Administradores</a></p>
<p><img class="alignleft" src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /> <a href="http://www.empreendedor.com.br/content/o-valor-da-marca-no-canal-de-distribui%C3%A7%C3%A3o" target="_blank">Portal Empreendedor</a></p>
<p><img class="alignleft" src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /> <a href="http://www.logisticaemfoco.com.br/index.php?urlop=artigos&amp;aid=NTM4" target="_blank">Logística em Foco</a></p>
<p><img class="alignleft" src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /> <a href="http://logweb.com.br/index.php?urlop=artigos&amp;aid=NjQ5" target="_blank">Portal LOGWEB</a></p>
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